A dor é escruciante, intensa, insuportável, percorre-me até às entranhas e deixa em verdadeiro desespero. Saber o que é amar, ter a felicidade e esse prazer é o roçar do auge, do clímax, mas ao destruir tudo a realidade é bem mais negra e a o estado emocional que persiste é bem pior e mais fundo do que bater no "fundo do poço".
Apenas surge o desejo do derradeiro final...
domingo, 31 de maio de 2009
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